Publicidade

Alta do petróleo: a crescente rivalidade entre duas monarquias por trás de disparada de preços 

[ad_1]

  • Sameer Hashmi
  • Correspondente de Economia da BBC News no Oriente Médio

Crédito, Reuters

Legenda da foto,

Disputas surgiram na aliança formada pela Arábia Saudita e os príncipes herdeiros de Abu Dhabi

Uma disputa pública entre os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita sobre as cotas de produção de petróleo nesta semana fez com que as negociações entre as maiores nações produtoras do mundo fossem abandonadas, deixando os mercados de energia sem referências e empurrando os preços do recurso para o maior valor em seis anos.

As 23 nações da Opep+, que compreende o cartel da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e produtores aliados como a Rússia, tiveram que adiar suas negociações indefinidamente, levantando temores sobre a estabilidade do grupo. Nos últimos 18 meses os países conseguiram lidar com a crise econômica global relacionada à pandemia de coronavírus.

O problema começou na semana passada, quando os Emirados Árabes rejeitaram uma proposta dos líderes da Opep+, Arábia Saudita e Rússia, de estender as restrições à produção por mais oito meses.

Crédito, Reuters

Legenda da foto,

OPEP e seus aliados ainda não marcaram data para a próxima reunião sobre cotas de produção de petróleo

Os Emirados Árabes queriam renegociar sua linha de base atual — o nível a partir do qual os cortes ou aumentos de produção são calculados — para ter liberdade para produzir mais petróleo. No entanto, a Arábia Saudita e a Rússia se opuseram a isso.

[ad_2]

Source link