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Após rejeição em comissão da Câmara, voto impresso está definitivamente enterrado para 2022?

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  • Mariana Schreiber – @marischreiber
  • Da BBC News Brasil em Brasília

Crédito, Reuters

Legenda da foto,

Sem provas, presidente alega que urnas eletrônicas não são seguras

A proposta de adoção do voto impresso na eleição de 2022 foi rejeitada na noite de quinta-feira (5/8) pela ampla maioria da comissão especial da Câmara dos Deputados criada para debater o tema.

O resultado na comissão representa uma derrota para o presidente Jair Bolsonaro, principal defensor da medida. Sem apresentar provas, ele alega que as urnas eletrônicas podem ser fraudadas e que apenas o registro físico do voto permitiria uma auditoria do resultado do pleito, o que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) refuta.

Foram 23 votos contrários e 11 favoráveis à proposta de alteração da Constituição (PEC) para incluir um registro físico do voto na urna eletrônica. O resultado refletiu a articulação dos maiores partidos do país contra a mudança do sistema de votação, depois que a proposta se tornou um instrumento de ataques de Bolsonaro à Justiça Eleitoral e ao Poder Judiciário.

A crise escalou nos últimos dias, com a abertura de investigações contra Bolsonaro no TSE e no Supremo Tribunal Federal (STF). O presidente reagiu dizendo que a investigação no Supremo é ilegal e ameaçou com medidas “fora das quatro linhas da Constituição”.

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