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As estranhas raças de cães que desapareceram

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Crédito, Alamy

Em um canto particularmente montanhoso no sul do País de Gales, no Reino Unido, em algum lugar dentro das paredes quase destruídas de um castelo normando, você encontrará o último membro que restou de uma linhagem desaparecida há muito tempo: uma cadela chamada Whisky.

Com seu corpo em forma de salsicha e pernas curtas e compactas, à primeira vista ela poderia ser uma variedade exótica da raça dachsund. Mas, olhando mais de perto, você começará a notar algumas singularidades.

O pelo avermelhado do pequeno animal é sedoso, mas desalinhado, parecendo mais um Yorkshire terrier. Já a sua cauda é um tufo crespo bem arrumado, como a dos lulus-da-pomerânia. O seu rosto também é diferente – ela tem um nariz voltado para cima e orelhas como a do cocker spaniel, cortadas rente à sua cabeça, lembrando os cortes de cabelo em tigela usados pelas gerações de lordes medievais que habitaram o forte antes dela. Seus olhinhos brilhantes estão sempre vidrados.

Esta última característica não é surpreendente, já que Whisky, na verdade, é uma cadela empalhada da raça Turnspit (“girador de espeto”, em tradução livre) – a última relíquia de uma raça antiga de cães que foi extinta na era vitoriana.

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