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Assexualidade: como orientação sexual ‘invisível’ saiu do armário

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  • Jessica Klein
  • BBC Work Life

Crédito, Marisa Manuel

Legenda da foto,

Marisa Manuel, de 28 anos, criou o AceChat, uma conta no Instagram em que compartilha histórias de pessoas que se identificam como assexuais

Em uma transmissão ao vivo de vídeo em 6 de abril, a modelo britânica e ativista assexual Yasmin Benoit moderou um painel com participantes da Bélgica, Brasil, Vietnã, Paquistão, Nepal e Nigéria.

Todos eles se identificavam dentro do espectro assexual (“ace”) e/ou arromântico (“aro”). E debateram sobre o engajamento da comunidade assexual em seus respectivos países, como parte de um evento em homenagem ao primeiro Dia Internacional da Assexualidade.

As experiências deles variavam. Na Bélgica, Martine contou que encontrou demonstrações de apoio e inclusão por parte do governo e da organização LGBTQIA+ mais ampla; por outro lado, Jan, na Nigéria, observou que as leis “criminalizam os encontros queer”.

Mas, independentemente da localização global, a questão da visibilidade estava no centro de quase todas as respostas.

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