Brasil fica de fora da lista de “países hostis” à Rússia
[ad_1]
O governo da Rússia divulgou, nesta segunda-feira (7/3), uma lista de países e territórios considerados “hostis” ao país. O Brasil ficou de fora dela. Segundo a agência de notícias RIA Novosti, fazem parte da listagem aqueles que aderiram às sanções econômicas impostas contra Moscou após a invasão da Ucrânia.
Veja quais são os países que apoiam os ataques russos à Ucrânia
Os citados são: Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Ucrânia, Montenegro, Suíça, Albânia, Andorra, Islândia, Liechtenstein, Mônaco, Noruega, San Marino, Macedônia do Norte, e também Japão, Coreia do Sul, Austrália, Micronésia, Nova Zelândia, Cingapura e Taiwan – considerado território da China, mas com administração própria desde 1949. Além destes, fazem parte da lista os Estados da União Europeia: Áustria, Bélgica, Bulgária, Hungria, Alemanha, Grécia, Dinamarca, Irlanda, Espanha, Itália, Chipre, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Holanda, Polônia, Portugal, Romênia, Eslováquia, Eslovênia, Finlândia, França, Croácia, República Checa, Suécia e Estônia.
O Brasil segue emitindo sinais dúbios em relação à invasão russa da Ucrânia. O presidente Jair Bolsonaro visitou Vladimir Putin na semana anterior ao início da guerra na Ucrânia e declarou solidariedade ao país. No entanto, enquanto o chefe de Estado brasileiro evita fazer críticas ao ataque, a diplomacia brasileira votou contra a Rússia no Conselho de Segurança e na Assembleia Geral, embora não tivesse aderido às sanções.
A invasão russa da Ucrânia ocorreu na madrugada de 24 de fevereiro, horário de Brasília. Logo em seguida, as sirenes da capital Kiev começaram a tocar. O som foi o primeiro alerta de um possível ataque aéreo na regiãoReprodução
***foto-Explosao-Kiev-2022Após sucessivos bombardeios, o país tenta, junto da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), negociar um cessar-fogoGabinete do Presidente da Ucrânia
***foto-invasão-russa-na-ucrânia-2022Tanques militares russos e veículos blindados avançaram em Donetsk, Ucrânia, região que teve a independência russa reconhecida nos últimos diasFoto de Stringer/Agência Anadolu via Getty Images
***foto-invasão-russa-na-ucrânia-2022As autoridades de segurança ucranianas garantem que há combates em quase todo o território e que os confrontos militares são intensos. Segundo o governo ucraniano, já passam de 200 os ataques russos ao paísFoto de Wolfgang Schwan/Agência Anadolu via Getty Images
***foto-invasão-russa-na-ucrânia-2022Os militares da Ucrânia afirmaram que destruíram quatro tanques russos em uma estrada perto da cidade de Kharkiv, no leste do país, e mataram 50 soldados dos inimigos na região de Luhansk Foto de Oliver Dietze/picture Alliance via Getty Images
***foto-rebeldes-pró-russos-disparam-foguetes-de-artilharia-em-direção-a-Debaltseve-24022022A imprensa russa informou que membros de uma milícia em Donetsk, uma das regiões separatistas da Ucrânia, estão prontos para apoiar a invasãoPierre Crom/Getty Images
***foto-invasão-russa-na-ucrânia-2022Segundo a agência de notícias Reuters, militares ucranianos afirmam ter abatido cinco aviões russos, além de um helicóptero, na região de Luhansk, um dos dois territórios separatistas da UcrâniaFoto do Ministério do Interior da Ucrânia/Divulgação/Agência Anadolu via Getty Images
***foto-invasão-russa-na-ucrânia-2022Diante do ataque russo, cidadãos ucranianos deixaram as suas casas, localizadas em zonas de conflito, e recorreram aos trensOmar Marques/Getty Images
***foto-invasão-russa-na-ucrânia-2022Pessoas também esperam ônibus em rodoviária na tentativa de deixar Kiev, capital da Ucrânia Pierre Crom/Getty Images
***foto-kiev-é-evacuada-após-invasão-russa-na-ucrânia-2022Habitantes de Kiev deixaram a cidade após ataques de mísseis pré-ofensivos das forças armadas russas e da BielorrússiaPierre Crom/Getty Images
***foto-2-soldados-russos-feitos-prisioneiros-na-ucrânia-kiev-24022022Dois soldados russos foram levados como prisioneiros pela Ucrânia após a operação militar da RússiaGetty Images
***foto-invasão-russa-na-ucrânia-2022Estrutura ficou danificada após ataque de mísseis em KievChris McGrath/Getty Images
***foto-invasão-russa-na-ucrânia-2022Um foguete foi registrado dentro de um apartamento após bombardeio de tropas russas em Piatykhatky, Kharkiv, nordeste da UcrâniaFuture Publishing via Getty Images
***foto-protesto-contra-invasao-russa-na-ucrânia-2022Ao redor do mundo, várias pessoas se manifestam contra o ataque russo à Ucrânia. “Pare a guerra”, escreveu mulher em cartaz durante manifestação em frente ao Portão de Brandemburgo, na AlemanhaKay Nietfeld/picture aliança via Getty Images
***foto-invasão-russa-na-ucrânia-2022A quantidade de aeronaves na base da Força Aérea dos EUA, na Alemanha, aumentou significativamente após os ataques russos à Ucrânia Boris Roessler/picture Alliance via Getty Images
Foto-fumaça-saind-de-predios-apos-bombardeiosNo quarto dia do ataque foi possível ver fumaça subindo pelos prédios após bombardeios. Além disso, explosões e tiros foram relatados em torno da capital do paísPierre Crom/Getty Images
Foto-casa-destruida-apos-bombardeioResidências de civis foram destruídas e, além da invasão de soldados da Rússia, cidades como Donetsk passaram a ficar sob controle de separatistas pró-russosLeon Klein/Agência Anadolu via Getty Images
***presidente-ucraniano-zelensky-assina-contrato-entrada-união-europeia-28022022No quinto dia do conflito, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, assinou o contrato de pedido de adesão à União EuropeiaPresidência Ucraniana/Agência Anadolu via Getty Images
***foto-edificio-destruido-em-donestk-invasão-russa-na-ucrânia-28022022Enquanto isso, cidades continuam sendo destruídas. Em diversas regiões é possível ver prédios em ruína e cenário apocalíptico Leon Klein/Agência Anadolu via Getty Images
***foto-2-bombardeamento-em-kharkiv-causa-danos-01032022No sexto dia da invasão, o prédio do governo em Kharkiv foi alvo de um míssil Serviço de Emergência do Estado da Ucrânia/Agência Anadolu via Getty Images
***foto-1-bombardeamento-em-kharkiv-causa-danos-01032022O gabinete do governador de Kharkiv, ficou destruído após o bombardeio Serviço de Emergência do Estado da Ucrânia/Agência Anadolu via Getty Images
***foto-1-invasão-russa-ucrânia-02032022No sétimo dia do conflito, e após prédios serem completamente destruídos em Kharkiv, russos afirmaram ter tomado KhersonSergei Malgavko/TASS via Getty Images
***foto-civis-se-abrigam-em-bairro-syrets-guerra-02032022Enquanto os ataques russos continuam, civis se abrigam em estações de metrô Aytac Unal/Agência Anadolu via Getty Images
***Foto-predios-destruidos-apos-bombardeiosNo oitavo dia do conflito é possível ver o resultado da ocupação de soldados russos em Kharkiv. Prédios e estruturas ficaram completamente destruídos após ataquesServiço de Emergência do Estado da Ucrânia/Agência Anadolu via Getty Images
***foto-civis-constrõem-barricadas-em-lviv-ucrânia-03032022Em Lviv, civis construíram barricadas de ferro e armadilhas para bloquear veículos blindados e para ajudar a defender a cidade em meio a ataques russos Abdullah Tevge/Agência Anadolu via Getty Images
0
Guerra na Ucrânia
A Rússia invadiu a Ucrânia no último dia 24 de fevereiro, em meio a uma possível adesão ucraniana à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), aliança militar liderada pelos Estados Unidos. Na prática, Moscou vê essa possível adesão como uma ameaça à sua segurança.
Contudo, como justificativa, Putin ordenou a ocupação das regiões separatistas de Donbass, no leste ucraniano. Em pronunciamento, o líder russo fez ameaças e disse que quem tentar interferir no conflito sofrerá consequências nunca vistas na história.
Russos sitiaram Kiev e tentam tomar o poder. Hospitais, orfanatos, prédios residenciais, além de escolas e creches já foram alvo de bombardeios na Ucrânia. Kharkiv, a segunda maior cidade ucraniana e próxima à fronteira com a Rússia, também se tornou alvo.
Estados Unidos e países europeus anunciaram o envio de ajuda estrutural de armas e dinheiro para a Ucrânia, que resiste. Belarus, uma das maiores aliadas da Rússia, entrou no foco da comunidade internacional. O país teria feito ataques à Ucrânia e cedido a fronteira para a invasão russa.
A batalha chegou à cúpula da Organização das Nações Unidas (ONU) e ao Tribunal Penal Internacional, em Haia.
[ad_2]
Fonte Notícia
