Brasileiras são resgatadas de rede de exploração sexual na Inglaterra

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No entanto, após o desembarque e o contato com a “empresa” que ofereceu a bolsa, elas se tornaram vítimas de um lucrativo mercado de tráfico humano. As vítimas foram obrigadas a assinar um contrato que previa que elas “vendessem seu corpo”, do contrário “não poderiam voltar para o Brasil”, “teriam que viver nas ruas de Londres” e “nunca mais veriam a família”.

“Graças à coragem e bravura das vítimas, conseguimos reunir evidências irrefutáveis que fizeram com que Edani e Stanley não tivessem outra opção a não ser se declarar culpados, o que impedirá que eles prejudiquem outras pessoas”, afirmou o detetive Pete Brewster, um dos responsáveis pela investigação, ao jornal.

Uma das brasileiras pediu ajuda à polícia e mostrou fotos da exploradora, dando início à investigação conduzida pela equipe de Escravidão Moderna e Exploração Infantil da Met Police, de Londres.

Segundo a apuração, as vítimas “eram obrigadas a conseguir ganhar £ 500 por dia com programas (o equivalente a R$ 3.500 diários). Em troca, recebiam um pagamento semanal de £ 250 (R$ 1.750), mais £ 50 (R$ 350) para alimentação”.

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