Publicidade

British Petroleum abandona 20% da participação de petrolífera russa

[ad_1]

A British Petroleum anunciou neste domingo (27/2) que deixará sua participação de 20% na petroleira russa Rosneft. Ainda não há informações de quem comprará a parte da BP e a que preço.

A saída da empresa britânica foi motivada pelo conflito entre a Rússia e a Ucrânia. O governo britânico vinha pressionando a BP para abandonar sua participação na petroleira da Rússia, alegando que a Rosneft teria ligações com o Kremlin.

O presidente da petroleira britânica, Helge Lund, disse que a British Petroleum opera na Rússia há mais de 30 anos com “colegas russos brilhantes”, mas que a invasão à Ucrânia representa uma mudança fundamental.

0

“O ataque da Rússia à Ucrânia é um ato de agressão que está tendo consequências trágicas em toda a região”, declarou. Além de abandonar sua participação na empresa russa, o presidente-executivo da BP, Bernard Looney, renunciou ao conselho da Rosneft.

Em comunicado, a BP informou que vai dar baixa de até US$ 25 bilhões no final do primeiro trimestre como resultado da saída da Rosneft.

Conflito entre países

A Rússia e a Ucrânia vivem um embate por causa da possível adesão ucraniana à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), aliança militar liderada pelos Estados Unidos. Na prática, Moscou vê essa possível adesão como uma ameaça à sua segurança. Os laços entre Rússia, Belarus e Ucrânia existem desde antes da criação da União Soviética (1922-1991).

Com autorização do presidente Vladimir Putin, tropas russas iniciaram, na madrugada de quinta-feira (24/2), uma ampla operação militar para invadir a Ucrânia. Em pronunciamento, ele fez ameaças e disse que quem tentar interferir no conflito sofrerá consequências nunca vistas na história.

Já são quatro dias de luta armada. Ao menos 198 pessoas morreram nos confrontos, segundo o governo ucraniano. Outras 1.115 ficaram feridas. O governo ucraniano afirma que 100 mil soldados russos estão no país. Russos sitiaram a a capital Kiev e tentam tomar o poder.

República Tcheca, Polônia, França, Estados Unidos, Holanda, Alemanha e Bélgica anunciaram o envio de ajuda estrutural de armas e dinheiro, apesar de não ordenarem apoio militar para os confrontos.

Antes o que ficava em discursos político-diplomáticos e bombardeios em campos de batalhas, passou a afetar hospitais, orfanatos, prédios residenciais, além de escolas e creches.

Mapa de ataques russos à Ucrânia terceiro dia

 

[ad_2]

Fonte Notícia