Chanceler diz que Belarus planeja invadir Ucrânia e convoca coalizão
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O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmytro Kuleba, fez alertas para o recrudescimento da guerra no país. Segundo ele, o presidente de Belarus, Aleksandr Lukashenko, planeja se aliar ao mandatário russo, Vladimir Putin, e ordenar que seu exército invada o território ucraniano.
Em pronunciamento ao vivo, neste domingo (27/2), Kuleba foi categórico. “A qualquer momento Lukashenko pode dar a ordem para que o exercito entre pela fronteira com a Ucrânia. Desde o início [dos confrontos], o território de Belarus foi usado para agressões”, denunciou.
Segundo a imprensa de Kiev, mísseis bielorrussos foram disparados contra a Ucrânia durante a madrugada. O governo de Belarus ainda não se manifestou sobre o caso.
Veja imagens do quarto dia de confrontos na Ucrânia:
Fumaça é vista subindo por trás de edifícios após bombardeios em 27 de fevereiro de 2022 em Kiev, Ucrânia. Explosões e tiros foram relatados em torno de Kiev, enquanto a invasão da Ucrânia pela Rússia continua. A invasão matou dezenas de pessoas e provocou ampla condenação de líderes americanos e europeusPierre Crom/Getty Images
KYIV, UCRÂNIA – 27 DE FEVEREIRO: O mais jovem membro do parlamento ucraniano, Sviatoslav Yurash, de 26 anos, é visto em uma rua com sua arma para defender Kiev, quando os ataques da Rússia à Ucrânia entraram no quarto dia em Kiev, Ucrânia, em 27 de fevereiro de 2022O mais jovem membro do parlamento ucraniano, Sviatoslav Yurash, de 26 anos, é visto em uma rua com sua arma para defender Kiev, quando os ataques da Rússia à Ucrânia entraram no quarto dia em Kiev, Ucrânia, em 27 de fevereiro de 2022Aytac Unal/Agência Anadolu via Getty Images
DONETSK, UCRÂNIA – 27 DE FEVEREIRO: Uma visão dos danos devido ao conflito armado entre a Rússia, Ucrânia na região de Donetsk sob o controle de separatistas pró-russos, leste da Ucrânia em 27 de fevereiro de 2022Uma visão dos danos devido ao conflito armado entre a Rússia, Ucrânia na região de Donetsk sob o controle de separatistas pró-russos, leste da Ucrânia em 27 de fevereiro de 2022Leon Klein/Agência Anadolu via Getty Images
KYIV, UCRÂNIA – 27 DE FEVEREIRO: Militares ucranianos patrulham durante um toque de recolher enquanto as forças russas continuam avançando no terceiro dia em Kiev, Ucrânia, em 27 de fevereiro de 2022Militares ucranianos patrulham durante um toque de recolher enquanto as forças russas continuam avançando no terceiro dia em Kiev, Ucrânia, em 27 de fevereiro de 2022Aytac Unal/Agência Anadolu via Getty Images
KYIV, UCRÂNIA – 27 DE FEVEREIRO: Militares ucranianos patrulham durante um toque de recolher enquanto as forças russas continuam avançando no terceiro dia em Kiev, Ucrânia, em 27 de fevereiro de 2022Militares ucranianos patrulham durante um toque de recolher enquanto as forças russas continuam avançando no terceiro dia em Kiev, Ucrânia, em 27 de fevereiro de 2022Aytac Unal/Agência Anadolu via Getty Images
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“Eles vão cruzar a fronteira para matar homens, mulheres e crianças É uma ameaça que temos que levar em conta”, pediu Kuleba.
O ministro ucraniano fez um apelo.
“A Ucrânia não está se desmantelando. Está sangrando, mas estamos tendo sucesso ao nos defender. Todos que puderem lutar junto a nós junto a uma legião internacional, se junte a nós. Temos trabalhado duro para formar uma coalizão contra Putin”, pediu. “É preciso afetar a Rússia de forma de forma mais dura agora”, finalizou.
Resistência
Kuleba afirmou que, apesar da agressividade dos ataques, os ucranianos têm resistido. O fato do exército russo não ter conseguido dominar Kiev, capital do país e coração do poder, irritou Putin.
O ministro disse que foram destruídos, até o momento, 46 aviões russos, 146 tanques, 700 blindados, 49 canhões, um complexo de mísseis e dois drones.
“Não conseguiu atingir uma única meta contrata. Não conseguiu tomar o controle de nenhuma cidade. As força de segurança ucrânia lutaram contra. Os grupos que tentaram foram destruídos”, frisou.
Radiação
Kuleba alertou para os riscos do aumento da radiação nuclear na Ucrânia. O exército russo controla duas usinas, sendo uma delas a icônica Chernobyl, palco de um grave acidente nuclear em 1986.
“Eles perturbaram o solo radioativo o que aumentou a radiação. Eles mantém funcionários da usina como reféns e os impedem de trabalhar. Isso é uma violação das regras de segurança nuclear”, reclamou o ministro.
A Rússia e a Ucrânia vivem um embate por causa da possível adesão ucraniana à Otan, entidade militar liderada pelos Estados Unidos. Na prática, Moscou vê essa possível adesão como uma ameaça à sua segurança. Os laços entre Rússia, Belarus e Ucrânia existiam desde antes da criação da União Soviética (1922-1991).
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