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Chilenos vão às urnas para escolha de novo presidente neste domingo

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A população chilena foi às urnas neste domingo (21/11) para eleger um novo ocupante ao Palácio de la Moneda para os próximo quatro anos. O pleito conta com sete candidaturas, mas os líderes nas pesquisas de intenção de voto, Gabriel Boric, representante da esquerda, e José Antonio Kast, da extrema-direita – tido como “Bolsonaro do Chile” – devem polarizar o resultado e se garantir na disputa em segundo turno.

Vale ressaltar que a legislação chilena proíbe divulgação de pesquisa a 15 dias do pleito, sendo que 20% do eleitorado aparecia no rol de indecisos. Assim, não se sabe ao certo se denúncias contra Sebastián Piñera e o movimento no Congresso pela derrubada do presidente chegaram a afetar Kast, aliado do atual mandatário.

De acordo com analistas do país andino, as manifestações contra o chefe do Executivo – que lotaram as ruas da capital Santiago com integrantes de movimentos sociais, mais ligados à esquerda – podem servir de combustível para a eleição de Boric. Este é o primeiro pleito em 16 anos que não conta com a ex-presidente Michelle Bachelet ou com o atual mandatário.

Os favoritos na corrida usaram as redes sociais para convocar os apoiadores às urnas. Kast publicou vídeo em que classificou o pleito como “crucial para o futuro do Chile”, enquanto Boric apontou que cumpriu seu “dever cívico com convicção que estamos construindo um novo Chile”. Confira as publicações ao final do texto.

A crise de Piñera 

Com a imagem arranhada por um pedido de impeachment rejeitado pelo Congresso, o presidente chileno Sebastián Piñera acompanha a escolha do sucessor. O mandatário chileno foi apontado como dono de uma offshore nas Ilhas Virgens Britânicas, caso revelado pelo Pandora Papers, investigação jornalística na qual o Metrópoles participou com outros 148 veículos de todo o mundo. 

Aprovado pelos deputados locais, o pedido de impedimento foi barrado no Senado. Piñera é acusado de irregularidades na venda do projeto de mineração Dominga, efetivada no paraíso fiscal. O presidente chileno, ainda de acordo com as investigações, teria recebido remessas de dinheiro entre 1997 e 2000 através de offshores. O mandatário nega as acusações.

 



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