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Com restauração de clássico em 4K, obra de Glauber Rocha ganha novo fôlego após 40 anos de sua morte

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  • Guilherme Henrique
  • De São Paulo para a BBC News Brasil

Crédito, Acervo Tempo Glauber

Legenda da foto,

Assim como Antônio Conselheiro em Canudos, beato Sebastião conduz fieis no interior da Bahia em meio à seca e fome

“Tamanha coincidência, isso só pode ter sido uma brincadeira dele, seja lá onde estiver.”

A afirmação é da cineasta e pesquisadora Paloma Rocha, que credita ao pai, o cineasta Glauber Rocha, uma curva do destino capaz de impressionar até os mais céticos. “No fim, o projeto está sendo finalizado em um ano importante para ele e para a cultura brasileira”, completa.

O projeto citado por Paloma é a restauração em 4K de Deus e o Diabo na Terra do Sol, segundo longa-metragem de Glauber e lançado no Brasil em julho de 1964. A obra, um dos marcos do cinema brasileiro, é referenciada como peça-chave no ideário do Cinema Novo, movimento cultural que deu régua e compasso à produção nacional dos anos 1960 e do início da década seguinte.

No ano em que a morte de Glauber Rocha completa 40 anos, seu legado, que inclui ainda filmes como Terra em Transe (1967) e Leão de Sete Cabeças (1970), tem sido sacudido por ações variadas. Algumas, como o restauro do filme e o desenvolvimento de um espaço dedicado ao cineasta no MAM (Museu de Arte Moderna) de Salvador, são motivo de comemoração.

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