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Como a Igreja Universal criou ‘império brasileiro’ na África

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  • Juliana Gragnani – @julianagragnani
  • Da BBC News Brasil em Londres

Crédito, Universal Moçambique/Reprodução

Legenda da foto,

Igreja Universal em Maputo, capital de Moçambique, onde seu projeto de transnacionalização foi bem-sucedido

Mesmo antes de ser líder da maior igreja neopentecostal do Brasil, Edir Macedo já sonhava em exportar seu negócio, superando fronteiras brasileiras. Queria fixar a igreja na África.

“Essa vontade estava encravada dentro de mim. Quando comecei a namorar Ester, logo conheci a mãe dela. Mesmo como um simples membro de Igreja, considerado incapaz pelo alto comando da instituição, eu dei o recado de imediato. ‘Olha, eu vou pregar o Evangelho na África. Vou sair por esse mundo para socorrer os sofridos, custe o que custar’, afirmei, taxativo”, narra Macedo em sua autobiografia “Nada a Perder” (editora Planeta).

A ambição foi bem-sucedida. O projeto de transnacionalização fez com que a Igreja Universal do Reino de Deus, fundada em 1977 em uma antiga funerária no Rio de Janeiro, hoje esteja em 134 países ao redor do mundo, segundo a própria instituição.

Na África, está presente em 37 dos 54 países do continente, de acordo com o site da Universal. A atuação é mais expressiva no sul africano, em países como África do Sul, Angola e Moçambique.

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