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Como nasceu música de Chico Buarque gravada por Nara Leão e ‘acusada’ de machismo

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  • Shin Suzuki
  • Da BBC News Brasil em São Paulo

Crédito, Leo Aversa/Divulgação

Legenda da foto,

Em documentário recente, cantor afirmou que não vai interpretar mais a faixa — que já não figura há décadas em shows — por concordar com críticas feitas por feministas

“A música popular tem uma vida curta”, diz Chico Buarque, no ano de 1972, à revista Realidade. O cantor comenta na entrevista que tem controle limitado sobre o destino do que compõe.

Com Açúcar, Com Afeto, por exemplo, virou anúncio de bombom, açúcar e afeto. O que importa é o momento da criação. Componho aquilo que quero. Depois a canção será consumida ou não, mas não como simples objeto e, de preferência, jamais como mero adorno.”

Cinquenta anos depois dessa declaração, Com Açúcar, Com Afeto não teve vida curta nem se tornou mero adorno. É parte significativa de uma obra que se tornou clássica — ao mesmo tempo que é questionada nos últimos anos, como outras faixas do repertório de Chico, pela representação da mulher na letra.

Em sua participação no documentário da Globoplay O Canto Livre de Nara Leão, Chico Buarque afirmou que não vai interpretar mais a faixa — embora já não figure há décadas em suas apresentações ao vivo — por concordar com as críticas feitas por feministas.

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