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Como negros estão resgatando suas raízes na ‘Suíça da América Latina’

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  • Marcia Carmo
  • De Buenos Aires para a BBC News Brasil

Crédito, Getty Images

Legenda da foto,

A religiosidade ajuda a dar visibilidade para os afrouruguaios

Se tornou comum ouvir, hoje em dia, o som de batuques nos fundos de alguns quintais uruguaios.

Ele vem dos três tambores — conhecidos como “chico”, “repique” e “piano” — que integram o candombe, um ritmo de origem africana que se expandiu no Uruguai por intermédio dos descendentes africanos e que simboliza as raízes do continente africano no país.

O Uruguai é um país que tradicionalmente se orgulhou mais visivelmente de outra ascendência: a europeia – e já foi chamado de “Suíça da América Latina” por sua branquitude. Cerca de 90% da população se declara como branca, de acordo com o último censo nacional.

Mas as marcas da África estão presentes na fé nos orixás, como Iemanjá e Oxum, e em rituais familiares aos brasileiros, como lançar flores ao mar para divindades. E cada vez mais uruguaios têm reivindicado sua identidade de ascendência africana, segundo pesquisadores e ativistas entrevistados pela BBC News Brasil, principalmente os mais jovens, e hoje essa identidade está presente em várias partes do território uruguaio.

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