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Como Telegram pode deixar TSE em ‘sinuca de bico’ nas eleições

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  • Shin Suzuki
  • Da BBC News Brasil em São Paulo

Crédito, Getty Images

Legenda da foto,

O Telegram, de propriedade do russo Pavel Durov, não tem respondido aos contatos do Tribunal Superior Eleitoral brasileiro

A possibilidade levantada pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, de bloquear o Telegram poderá motivar uma disputa jurídica sobre a legalidade da operação do aplicativo no país.

O órgão eleitoral brasileiro fez contatos com o diretor-executivo da empresa, Pavel Durov, para discutir estratégias de combate à desinformação e à propagação de boatos e notícias falsas no app de troca de mensagens durante a próxima eleição brasileira. Nunca obteve uma resposta ou mesmo um contato.

Em novembro do ano passado, o Ministério Público Federal (MPF) também instaurou um inquérito civil público em São Paulo para investigar o que as principais plataformas em operação no Brasil têm feito ou deixado de fazer diante de práticas organizadas de desinformação em geral e violência no mundo digital.

Foram expedidos ofícios ao Twitter, Facebook, Instagram, YouTube, TikTok, WhatsApp e Telegram, com perguntas sobre políticas de moderação e regulação de conteúdo.

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Fonte Notícia