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Como Zé Trovão foi de caminhoneiro desconhecido a líder foragido de paralisação nacional

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  • Thais Carrança
  • Da BBC News Brasil em São Paulo

Crédito, Reprodução

Legenda da foto,

Zé Trovão é um dos líderes da paralisação nacional dos caminhoneiros

“A minha vida está destruída, porque eu estou hoje sendo perseguido politicamente, com mandado de prisão. E passando por tudo com risco de nunca mais ver minha família, porque eu não vou para uma cadeia, porque eu não sou bandido”, diz Zé Trovão, como ficou conhecido o caminhoneiro Marcos Antônio Pereira Gomes.

O conteúdo, publicado na madrugada desta quinta-feira (9/9), é um das dezenas de vídeos publicados pelo militante bolsonarista nas últimas semanas em seu canal oficial no Telegram.

O canal é parte de uma estratégia alternativa de comunicação, criada após o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes determinar o bloqueio dos perfis no Facebook, Instagram, Twitter e YouTube de investigados por “incitação à prática de atos violentos e ameaçadores contra a democracia”, como o próprio Trovão, o cantor sertanejo Sérgio Reis e o deputado federal Otoni de Paula (PSC-RJ), entre outros.

Foragido e com ordem de prisão decretada, acusado de incitar invasões ao STF e ao Congresso, o caminhoneiro seguiu comandando pelas redes sociais e aplicativos de comunicação a ala mais radical do bolsonarismo na paralisação de caminhoneiros que se espalhou por aos menos 15 Estados após os protestos de 7 de setembro.

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