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COP26: As principais vitórias e fracassos do acordo final da cúpula sobre mudança climática

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  • Nathalia Passarinho – @npassarinho
  • Enviada da BBC News Brasil a Glasgow

Crédito, Reuters

Legenda da foto,

Justin Trudeau, John Kerry e Moon Jae durante a COP26 em Glasgow; conferência resultou em acordo neste sábado

Depois de duas semanas de intensas negociações, os quase 200 países presentes à COP26, conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, assinaram neste sábado (13/11) um acordo para tentar garantir o cumprimento da meta de limitar o aquecimento global a 1,5°C.

O texto estabelece a necessidade de redução global das emissões de dióxido de carbono em 45% até 2030, na comparação com 2010, e de neutralidade de liberação de CO2 até 2050 – quando emissões são reduzidas ao máximo e as restantes são totalmente compensadas por reflorestamento e tecnologias de captura de carbono da atmosfera.

Alguns trechos do acordo foram muito elogiados por ambientalistas e observadores presentes à conferência, como a exigência para que as nações apresentem já no ano que vem novos compromissos de redução de gases do efeito estufa.

Mas, no último momento, por forte pressão da Índia, os países concordaram em esvaziar um dos principais trechos do acordo, que mencionava a “eliminação” do uso de carvão e subsídios a combustíveis fósseis. Em vez de se comprometerem a acelerar a “eliminação” do uso de carvão e de subsídios ineficientes a combustíveis fósseis, os países concordaram em acelerar a “diminuição” dessas fontes altamente poluentes de energia.

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