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‘Crueldade não teve limites’, diz Presidência da Bolívia após acusar ex-mandatária de genocídio

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  • Marcia Carmo
  • De Buenos Aires para a BBC News Brasil

Crédito, Reuters

Legenda da foto,

Jeanine Áñez está presa desde março por ‘terrorismo, sedição e conspiração’ nos atos que levaram à renúncia de Evo Morales

Após oito meses de investigações e de reunir depoimentos de vítimas da violência no último trimestre de 2019, na Bolívia, os especialistas independentes convocados pela Organização de Estados Americanos (OEA) detalharam num longo relatório casos de tortura, violência sexual e assassinatos, naquele período, no país.

O documento aponta que foram constatadas, em diferentes circunstâncias, “pelo menos 37 mortes” em diversos lugares do território boliviano e centenas de vítimas com “ferimentos tanto físicos como psicológicos”.

No relatório, o Grupo Interdisciplinar de Especialistas Independentes (GIEI-Bolívia), da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA, detalhou o que ficou conhecido como “Massacre de Sacaba”, perto da cidade de Cochabamba, quando uma operação envolvendo policiais e militares, com tanques, helicópteros e um avião, deixou nove mortos e cem feridos identificados, no dia 15 de novembro daquele ano.

Os especialistas afirmam ter confirmado ainda “pelo menos nove casos de tortura” e que “muitos” outros dos 223 detidos naquele episódio que reunia apoiadores do ex-presidente Evo Morales, teriam sofrido “maus tratos”, após serem detidos e levados para as instalações da Força Especial de Luta contra o Narcotráfico (FELCC).

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