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Dia de Finados: como celebração dos mortos, que nasceu entre pagãos, foi incorporada pela Igreja

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  • Edison Veiga
  • De Milão para a BBC News Brasil

Crédito, Mariana Veiga

Legenda da foto,

“É um dia de celebrar as vidas de todos os fiéis falecidos”, diz pesquisador sobre o 2 de Novembro

“Do Senhor é a terra e a sua plenitude, o mundo e aqueles que nele habitam./ Porque ele a fundou sobre os mares, e a firmou sobre os rios./ Quem subirá ao monte do Senhor, ou quem estará no seu lugar santo?/ Aquele que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à vaidade, nem jura enganosamente./ Este receberá a bênção do Senhor e a justiça do Deus da sua salvação.”

Esses são os primeiros versículos do Salmo 24, oração bíblica presente na liturgia católica para o Dia de Finados (2 de novembro), quando se celebram os mortos.

“Na Igreja Católica, a liturgia de Finados foi iniciada por Santo Odon de Cluny e oficializada no ano de 998”, conta o teólogo e filósofo Fernando Altemeyer Júnior, professor de Ciências da Religião da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

Odon de Cluny (878-942) foi um abade francês, responsável por diversas reformas no sistema religioso da época.

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