“É você que está no comando da sua programação?” | Blog Longevidade: modo de usar
[ad_1]
A engenheira civil Rebeca Virgínia teve uma trajetória profissional de sucesso e nunca descuidou da saúde: conseguiu conciliar maternidade, carreira e uma rotina de atividade física regular – e, com o passar dos anos, uma dieta vegetariana e a prática de meditação. Mesmo assim, depois de completar 70 anos, começou a sentir dores no joelho esquerdo e recebeu o diagnóstico de artrose. Submeteu-se a uma infiltração, mas o alívio durou apenas alguns meses; depois de uma segunda infiltração, a dor se manifestou no quadril e o incômodo foi se agravando. Num curto espaço de tempo, estava diante da perspectiva de ter que pôr uma prótese no joelho e, no médio prazo, também no quadril. “A partir de uma determinada idade, rugas, cabelos brancos e artrose, todos teremos”, a frase que ouviu de uma médica foi o que mais a incomodou, pelo conformismo que representava. Foi quando decidiu que sua experiência na gestão de empresas e projetos deveria ser aplicada em sua vida: fez uma especialização em psicologia analítica; assistiu a palestras sobre saúde quântica; participou de retiros de meditação; iniciou a prática de ioga; e estudou técnicas de terapias energéticas.
Rebeca Virgínia, autora de “Responsabilidade curativa: como a física quântica, a medicina holística e as constelações familiares podem ajudar você a construir uma vida saudável” — Foto: Divulgação
Rebeca Virgínia, autora de “Responsabilidade curativa: como a física quântica, a medicina holística e as constelações familiares podem ajudar você a construir uma vida saudável” — Foto: Divulgação
“Passei a me dedicar literalmente de corpo e alma à saúde, à expansão da consciência e à espiritualidade. Decidi, assim, assumir a responsabilidade pelo controle da minha própria cura”, conta no livro “Responsabilidade curativa: como a física quântica, a epigenética, a medicina holística e as constelações familiares podem ajudar você a construir uma vida saudável” (Editora Gente). Rebeca completou 75 anos em dezembro e escreve sobre como está envelhecendo sem cirurgias, antibióticos, anti-inflamatórios, ansiolíticos e soníferos. Prioriza uma visão sistêmica do organismo – “cada órgão só pode exercer sua função em conexão com os demais do sistema” – que encara com reservas o arsenal farmacológico que normalmente é indicado aos idosos, mas enfatiza que suas escolhas são pessoais e não devem ser vistas como uma indicação ou conselho.
O mais impactante é a descrição da sua jornada de autoconhecimento: “estava me deixando abater por sentimentos e emoções negativas, me sentindo desvalorizada e assumindo o papel de vítima”, lembra, relatando inclusive arestas no relacionamento com os filhos. Detalha o roteiro do aprendizado para “rebobinar” o cérebro: “ele é estimulado a buscar novos conhecimentos sem preconceitos? Tem autorização para transgredir crenças limitantes? É você que está no comando da sua programação? Quais pensamentos, hábitos, sentimentos e emoções estão configurando o seu destino?”, reflete.
As mudanças positivas em sua vida a levaram a escrever o livro, “para despertar o mesmo nas pessoas”, diz. Rebeca alterna relatos de suas vivências com ensinamentos que colecionou com leituras e cursos. Enfatiza a importância da contemplação da natureza e da meditação, mas simplifica sua prática, afirmando que pode ser feita praticamente em qualquer lugar. Sobre a ciência quântica, defende que ela nos mostra como corpo e mente estão interligados e que entender essa conexão é fundamental. Para enfrentar ressentimentos e traumas, propõe mergulhar nas experiências negativas que tivemos para superá-las: “não seja escravo das memórias, use-as a seu favor!”.
[ad_2]
Source link
