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Eleições 2022: como ‘marqueteiros anônimos’ devem dominar campanha e desafiar controle de fake news

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  • Luiz Antônio Araujo
  • De Porto Alegre para a BBC Brasil

Crédito, Getty Images

Legenda da foto,

Segundo especialistas, ‘cidadãos marqueteiros’, que farão por conta própria campanha por seus candidatos.

A eleição de 2022 será marcada por algumas novidades: horário de Brasília para todo o país no dia da votação, federações partidárias e até mesmo fone de ouvido descartável para deficientes auditivos nas seções. Mas há algo que, segundo especialistas, deve ser de fato o mais marcante do processo: a presença maciça de um agente que pode ser definido como “cidadão marqueteiro”.

“É o sujeito comum que simultaneamente vai à rua com camiseta, que participa de grupos de WhatsApp e que contribui circulando memes sobre um candidato. Trata-se de um militante, organizado, coordenado, mas também espontâneo.

É muito mais difícil impor sanções a esse indivíduo”, alerta Viktor Chagas, professor do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense (UFF) e doutor em História, Política e Bens Culturais.

De acordo com Chagas, esse híbrido de eleitor anônimo e superativista digital será o principal agente dos próximos ciclos eleitorais não apenas no Brasil, mas no mundo inteiro.

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