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Em que se diferenciam as violências praticadas por nazistas e por comunistas soviéticos, segundo historiadores

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  • Nathalia Passarinho
  • Da BBC News Brasil em Londres

Crédito, US National Archives

Legenda da foto,

Para Elazar Barkan, professor da Universidade de Columbia, o que torna o nazismo único é a perpetuação de uma política estatal de extermínio total da população judaica. No comunismo, diz ele, a violência tinha como fim a dominação e ampliação do regime, não a destruição de um povo com base na raça, religião ou etnia

O nazismo de Adolf Hitler na Alemanha e o comunismo de Josef Stalin na União Soviética coexistiram num mesmo período da história. Ambos os regimes eram ditatoriais e violentos. Mas é possível equiparar as terríveis atrocidades do holocausto com as mortes ocorridas durante o regime comunista soviético?

No dia 9 de fevereiro, o presidente Jair Bolsonaro comparou nazismo e comunismo ao defender, em postagem no Twitter, que as leis brasileiras deveriam combater organizações que preguem o “antissemitismo, a divisão de pessoas em raças ou classes, e que dizimaram milhões de inocentes ao redor do mundo, como o comunismo”.

A BBC News Brasil ouviu dois dos historiadores mais respeitados do mundo para analisar as diferenças e semelhanças entre os dois regimes.

Um deles é o israelense Elazar Barkan, diretor do Instituto de Estudos de Direitos Humanos da Universidade de Columbia, em Nova York, e autor do livro The Guilt of Nations (A Culpa das Nações, em tradução livre), no qual aborda o processo de reparação a vítimas após a Segunda Guerra Mundial.

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