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Escândalo Pegasus: estamos todos virando espiões sem saber?

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  • Gordon Corera
  • Jornalista especializado em segurança

Crédito, Getty Images

Legenda da foto,

Dona de programa acusado de espionar jornalistas e ativistas, NSO Group garante que seus produtos são usados criteriosamente

As suspeitas de que um software espião conhecido como Pegasus foi usado para vigiar jornalistas, ativistas e até mesmo políticos demonstra que, hoje, a vigilância está à venda.

A empresa por trás da ferramenta, a NSO Group, nega as acusações e diz que seus serviços são usados de forma criteriosa.

Mas o escândalo é mais um sintoma de que as técnicas de espionagem de ponta, antes exclusividade de alguns Estados, estão agora disseminadas e desafiam a privacidade e a segurança em um mundo cada vez mais digital.

Em um passado não muito distante, se um serviço de segurança quisesse descobrir o que você andava fazendo, precisava fazer um certo esforço: podiam obter um mandado de segurança para grampear seu telefone, plantar um ponto de escuta na sua casa ou enviar agentes para te vigiar.

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