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Falas de Bolsonaro sobre Amazônia na ONU não condizem com realidade, dizem pesquisadores

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  • Leticía Mori – @leticiamori_
  • Da BBC News Brasil em São Paulo

Crédito, Reuters

Legenda da foto,

Presidente participa da Assembleia Geral da ONU em NY

Em seu discurso na 76ª Assembleia Geral da ONU em Nova York nesta terça (21/09), o presidente Jair Bolsonaro usou um tom para falar sobre as florestas brasileiras e o meio ambiente bastante diferente do que usa internamente e até mesmo do que teve em seu discurso do ano passado.

Em 2020 na ONU, Bolsonaro atribuiu os incêndios florestais a “índios e caboclos”, disse que eles aconteceram em áreas já desmatadas e baseou o discurso em elogios ao setor agropecuário.

Internamente, Bolsonaro já minimizou incêndios florestais, prometeu que os indígenas não teriam “nem mais um centímetro de terra”, diminuiu a fiscalização ambiental e o combate ao desmatamento e enfraqueceu entidades ambientais do governo federal. Chegou a dizer que o presidente americano, Joe Biden, era “obcecado” com o meio-ambiente e que isso “atrapalha um pouquinho” a relação.

Já em seu discurso na ONU em 2021, o presidente elogiou a legislação ambiental brasileira e o Código Florestal; enalteceu a Amazônia e nossas reservas indígenas; falou sobre neutralidade climática e afirmou que o “futuro do emprego verde está no Brasil” com “energia renovável, agricultura sustentável e indústria de baixa emissão”.

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