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Fonoaudiologia aprimora a capacidade de comunicação de idosos | Blog Longevidade: modo de usar

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Nos casos de demência, Juliana Onofre de Lima, mestre e doutora pela Unifesp, e professora da UnB, enfatizou a importância de a abordagem fonoaudiológica não ocorrer apenas quando a doença está num estágio avançado. É comum que idosos só recebam atendimento quando já apresentam problemas de disfagia, que se caracteriza pela dificuldade na sequência dos movimentos da boca até o estômago ao engolir alimento, líquido, comprimido ou mesmo a saliva. “Intervenções voltadas para aprimorar a comunicação têm como objetivo maximizar a independência da pessoa pelo maior tempo possível, otimizando sua participação em atividades e incrementando sua qualidade de vida”, afirmou. Através de treino e estimulação, é possível que um paciente consiga se envolver em tarefas do dia a dia, o que, certamente, vai melhorar sua autoestima.

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