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Haiti: a indústria de mercenários colombianos que pode estar por trás do assassinato do presidente Jovenel Moïse

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  • Daniel Pardo
  • Correspondente da BBC Mundo na Colômbia

Crédito, Reuters

Legenda da foto,

A polícia haitiana mostrou para a imprensa os homens que foram presos pela suspeita do assassinato do presidente Jovenel Moïse

Militares colombianos aposentados, que falam inglês e têm treinamento em armamentos sofisticados, inteligência e operações internacionais. Muitos deles integravam unidades de contra-guerrilha, em parte financiadas pelos Estados Unidos.

Em linhas gerais, esse é o perfil dos 26 colombianos que, segundo as autoridades haitianas, estão envolvidos no assassinato do presidente do país Jovenel Moïse. Desse grupo de 26 indivíduos, 15 estão detidos, três foram mortos e oito estão foragidos.

O presidente foi assassinado em sua residência durante a madrugada do dia 7 de julho. Ele levou 12 tiros, um deles na cabeça. Também há indícios que Moïse foi torturado.

Ele chegou a ficar trancado em casa durante meses, em meio a uma crise política que cada vez mais diminuía sua legitimidade e aumentava as vozes que pediam sua renúncia.

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