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‘Humilhada e intimidada’: as vítimas da ‘epidemia’ de vídeos sexuais vazados na Coreia do Sul

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  • Laura Bicker
  • Da BBC News em Seul

Crédito, Getty Images

Legenda da foto,

A Coreia do Sul registrou mais de 30 mil gravações com câmeras ocultas denunciadas à polícia entre 2013 e 2018.

Kyung-mi (nome fictício) foi insultada na internet, perseguida nas redes sociais e interrogada por horas pela polícia e promotores após acusar seu ex-namorado, uma estrela do K-pop, de gravá-la enquanto eles estavam fazendo sexo.

Ela foi vítima de um crime sexual digital, mas “ninguém estava lá para (me) ouvir”, disse Kyung-mi à BBC.

“Eu estudava na escola, era jovem e muito solitária. Ninguém estava do meu lado”, lamenta. “Eu realmente queria morrer, mas não podia (…) Se eu tivesse morrido, ninguém saberia a verdade sobre Jung Joon-young.”

Jung Joon-young alcançou a fama por meio de um programa de talentos na televisão e tinha uma grande base de fãs de K-pop em todo o leste asiático.

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