Muito cansado? Veja doenças que tiram a disposição e saiba o que fazer
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O cansaço excessivo é, na maioria das vezes, um indicador de que é necessário melhorar a qualidade do sono e pegar mais leve na rotina.
No entanto, quando a pessoa se sente sem forças mesmo após ter uma noite de sono, isso pode ser sinal de um problema de saúde.
Se o seu cansaço é frequente, a recomendação mais importante é buscar orientação médica e observar a existência de outros sintomas associados, o que facilitará o diagnóstico.
Veja 8 doenças que podem causar cansaço excessivo:
Diabetes
Pacientes com quadro de diabetes descompensada sentem cansaço frequente porque a glicose do sangue não consegue chegar a todas as células, limitando a energia do corpo para realizar tarefas.
Além disso, o excesso de açúcar no sangue faz o indivíduo urinar mais, leva ao emagrecimento e diminuição dos músculos. Assim, é comum os diabéticos com hiperglicemia queixarem-se de cansaço muscular.
O que fazer: Deve-se procurar um endocrinologista para a realização de exames de glicemia e, quando necessário, iniciar o uso de medicamentos para o controle da doença.
Um nutricionista também pode contribuir com o caso, estabelecendo um plano nutricional. Além disso, é importante praticar atividade física de forma regular.
Melhores dietas para diabetes
Dieta Mediterrânea – Baseada em alimentos frescos, escolhidos conforme a estação do ano, e naturais, é interessante por permitir consumo moderado de vinho, leite e queijo. O cardápio é tradicional na Itália, Grécia e Espanha, usa bastante peixe e azeite, e, desde 2010, é considerado patrimônio imaterial da humanidade. Além de ajudar a perder peso, diminui o risco de doenças cardiovasculares
Food containing magnesium and potassiumDieta Dash – A sigla significa, em português, Métodos para Combater a Hipertensão e foca não só em diminuir a quantidade de sódio ingerida, mas em alimentos ricos em proteínas, fibras, potássio, magnésio e cálcio. A dieta tem 20 anos e é reconhecida por várias publicações científicas pela eficiência em reduzir a pressão arterial e controlar o pesoiStock
dose-juice-ocnsb17U6FE-unsplashDieta Flexitariana – Sugere uma redução de até 70% do consumo de carne, substituindo a proteína animal por vegetais, frutas, sementes, castanhas e cereais. Com o regime, o organismo ficaria melhor nutrido e funcionaria melhor. É recomendado começar trocando a carne vermelha por frango ou peixe e procurar um nutricionista para acompanhar a necessidade de suplementação de vitamina B12, encontrada em alimentos de origem animalDose Juice/Unsplash
rui-silvestre-D3lKRy7A_FY-unsplashDieta Mayo Clinic – Publicada em 2017 pelos médicos da Mayo Clinic, um dos hospitais mais reconhecidos dos Estados Unidos, o programa é dividido em duas partes: perca e viva. Na primeira etapa, 15 hábitos são revistos para garantir que o paciente não desista e frutas e vegetais são liberados. Em seguida, se aprende quantas calorias se deve comer e onde encontrá-las. Nenhum grupo alimentar está eliminado e tudo funciona com equilíbrioRui Silvestre/Unsplash
anna-pelzer-IGfIGP5ONV0-unsplash1Dieta Vegana A dieta vegana retira qualquer alimento de origem animal do cardápio: nada de manteiga, ovos ou whey protein. Aqui, a alimentação é composta basicamente por frutas, vegetais, folhagens, grãos, sementes, nozes e legumes. Para quem quer perder peso, a dica é aproveitar que a dieta já é considerada mais saudável por evitar gorduras animais e ter menos calorias, e controlar as quantidades de cada refeiçãoAnna Pelzer/Unsplash
Avocado, tomato and cheese on toasted bread. Healthy snack, appetizerDieta Jenny Craig A dieta é, na verdade, um programa de receitas e algumas refeições prontas, que enfatiza a alimentação saudável e mudança de comportamento. Há acompanhamento de consultores durante todo o processo para garantir que o paciente esteja motivado e informado sobre quantidades e as melhores escolhas. Há um cardápio exclusivo para pessoas com diabetes tipo 2 e um serviço extra de análise de marcadores no DNA para personalizar o tratamentoiStock
amoon-ra-n8vDuIpGb0c-unsplashDieta Ornish Criada em 1977 por um professor de medicina da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, o cardápio tem poucas gorduras, carboidratos refinados e proteínas animais. Os alimentos são categorizados em cinco grupos entre o mais saudável e o menos saudável, e é permitido consumir até 59ml de álcool por dia. O programa incentiva também a prática de meditação e ioga, além de exercícios de flexibilidade, resistência e atividades aeróbicasAmoon Ra/Unsplash
stir fried vegetablesDieta Volumétrica – Criada pela nutricionista Barbara Rolls, a ideia é diminuir a quantidade de caloria das refeições, mas mantendo o volume de alimentos ingeridos. São usados alimentos integrais, frutas e verduras que proporcionam saciedade e as comidas são divididas pela densidade energética
Healthy food in rustic wooden tray over grey backgroundDieta The Engine 2 Criada para prevenir doenças cardíacas, diabetes, Alzheimer e câncer, é baseada em um cardápio low carb e “forte em plantas”. Segundo Rip Esselstyn, é basicamente uma dieta vegana com um “twist”: aqui não entram óleos vegetais e o objetivo primário não é perder peso, apesar de um aumento na massa muscular ser comum entre os adeptosiStock
ola-mishchenko-VRB1LJoTZ6w-unsplashVigilantes do Peso – O programa existe há mais de 50 anos e estabelece uma quantidade de pontos para cada tipo de alimento e uma meta máxima diária para cada pessoa, que pode criar o próprio cardápio dentro das orientações. Além disso, há o incentivo a atividades físicas e encontros entre os participantes para trocar experiênciasOla Mishchenko/Unsplash
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Anemia
A falta de ferro no sangue pode causar cansaço, sonolência e desânimo. Nas mulheres, esse cansaço se torna ainda maior na época da menstruação, em que as reservas de ferro no organismo diminuem ainda mais.
O que fazer: Deve-se consumir alimentos ricos em ferro, de origem animal e vegetal, diariamente. É indicado incluir carnes vermelhas, beterraba e feijão na dieta. Em alguns casos, o médico ou nutricionista também pode indicar o uso de suplemento de ferro.
Apneia do sono
A apneia do sono é caracterizada pela parada da respiração durante o sono, que pode acontecer por breves períodos e várias vezes durante a noite, prejudicando o sono e o descanso. Ao dormir mal, é normal acordar com muito cansaço, ter fadiga muscular e sentir sono durante o dia.
O que fazer: É importante procurar um médico especialista em distúrbios do sono. Quando a apneia é relacionada ao excesso de peso, pode ser recomendada a realização de dieta. Caso seja devido ao tabagismo ou consumo excessivo de álcool, pode ser recomendado evitar as substâncias ou o uso de medicamentos sedativos ou tranquilizantes.
Depressão
Um dos sintomas típicos da depressão é o cansaço físico e mental frequente, em que o indivíduo fica sem ânimo de realizar as tarefas diárias e trabalhar. Apesar de ser uma doença que afeta a parte mental, ela também acaba afetando o corpo.
O que fazer: É aconselhado ser acompanhado por um psicólogo e um psiquiatra, que poderão aconselhar o uso de medicamentos. Também é importante realizar atividades que antes eram prazerosas, pois assim é possível modificar a resposta cerebral e melhorar o humor.
Fibromialgia
A fibromialgia provoca dor no corpo todo, principalmente nos músculos, e se associa com cansaço frequente e persistente, dificuldade de concentração e de realização das tarefas do dia a dia e alterações de humor.
Esses sintomas acabam interferindo no desempenho profissional e afetam o sono, de modo que a pessoa já acorda cansada, como se não tivesse descansado nada durante a noite.
O que fazer: Recomenda-se procurar um médico reumatologista para conseguir o diagnóstico correto, a prescrição de remédios e a indicação de exercícios adequados para estes pacientes. Pilates, yoga ou natação contribuem com o alongamento dos músculos e os fortalecem, aumentando a resistência à dor.
Doenças cardíacas
A arritmia e a insuficiência cardíaca podem causar cansaço e tonturas frequentes. Nesse caso, o coração não tem forças suficientes para fazer uma boa contração para enviar sangue para todo o corpo e, por isso, o indivíduo se sente cansado frequente.
O que fazer: Procurar um cardiologista e tomar os remédios receitados, praticar exercícios supervisionados e de forma regular e seguir uma dieta balanceada, evitando o consumo de gorduras e açúcar.
Melhores dietas para a saúde do coração:
amoon-ra-n8vDuIpGb0c-unsplashDieta Ornish Criada em 1977 por um professor de medicina da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, o cardápio tem poucas gorduras, carboidratos refinados e proteínas animais. Os alimentos são categorizados em cinco grupos entre o mais saudável e o menos saudável, e é permitido consumir até 59ml de álcool por dia. O programa incentiva também a prática de meditação e ioga, além de exercícios de flexibilidade, resistência e atividades aeróbicasAmoon Ra/Unsplash
dieta_mediterraneaDieta Mediterrânea – Baseada em alimentos frescos, escolhidos conforme a estação do ano, e naturais, é interessante por permitir consumo moderado de vinho, leite e queijo. O cardápio é tradicional na Itália, Grécia e Espanha, usa bastante peixe e azeite, e, desde 2010, é considerado patrimônio imaterial da humanidade. Além de ajudar a perder peso, diminui o risco de doenças cardiovasculares
Food containing magnesium and potassiumDieta Dash – A sigla significa, em português, Métodos para Combater a Hipertensão e foca não só em diminuir a quantidade de sódio ingerida, mas em alimentos ricos em proteínas, fibras, potássio, magnésio e cálcio. A dieta tem 20 anos e é reconhecida por várias publicações científicas pela eficiência em reduzir a pressão arterial e controlar o pesoiStock
anna-pelzer-IGfIGP5ONV0-unsplash1Dieta Vegana A dieta vegana retira qualquer alimento de origem animal do cardápio: nada de manteiga, ovos ou whey protein. Aqui, a alimentação é composta basicamente por frutas, vegetais, folhagens, grãos, sementes, nozes e legumes. Para quem quer perder peso, a dica é aproveitar que a dieta já é considerada mais saudável por evitar gorduras animais e ter menos calorias, e controlar as quantidades de cada refeiçãoAnna Pelzer/Unsplash
Ingredients for a healthy breakfastDieta TLC – Criada pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, pretende cortar o colesterol para melhorar a alimentação dos pacientes. São permitidos vegetais, frutas, pães integrais, cereais, macarrão integral e carnes magras. Há variações de acordo com cada objetivo, como melhorar o colesterol e perder peso
dose-juice-ocnsb17U6FE-unsplashDieta Flexitariana – Sugere uma redução de até 70% do consumo de carne, substituindo a proteína animal por vegetais, frutas, sementes, castanhas e cereais. Com o regime, o organismo ficaria melhor nutrido e funcionaria melhor. É recomendado começar trocando a carne vermelha por frango ou peixe e procurar um nutricionista para acompanhar a necessidade de suplementação de vitamina B12, encontrada em alimentos de origem animalDose Juice/Unsplash
Healthy food in rustic wooden tray over grey backgroundDieta The Engine 2 Criada para prevenir doenças cardíacas, diabetes, Alzheimer e câncer, é baseada em um cardápio low carb e “forte em plantas”. Segundo Rip Esselstyn, é basicamente uma dieta vegana com um “twist”: aqui não entram óleos vegetais e o objetivo primário não é perder peso, apesar de um aumento na massa muscular ser comum entre os adeptosiStock
Buddha bowl dish with chicken fillet, brown rice, pepper, tomato, broccoli, onion, chickpea, fresh lettuce salad, cashew and walnuts. Healthy balanced eating. Top view. White backgroundDieta MIND – Inspirada nas dietas Mediterrânea e Dash, a MIND é feita especificamente para otimizar a saúde do cérebro, cortando qualquer alimento que possa afetar o órgão e focando em nozes, vegetais folhosos e algumas frutas. Um estudo feito pelo Instituto Nacional de Envelhecimento dos Estados Unidos descobriu que os pacientes que seguiram a dieta diminuíram o risco de Alzheimer de 35% a 53%, de acordo com o quão bem seguiram as recomendaçõesiStock
Dieting healthy salad and crackersDieta vegetariana Um pouco menos rígida que a vegana, a dieta vegetariana exclui apenas carne animal do cardápio (que normalmente é substituída por tofu ou grão de bico). Segundo pesquisas, os adeptos deste tipo de alimentação costumam consumir menos calorias do que carnívoros, e os alimentos são, em geral, mais saudáveisiStock
healthy soupDieta Anti-inflamatória do Dr. Weil Criada pelo médico Andrew Weil, a dieta tem consumo de 2 mil a 3 mil calorias, dependendo do sexo do paciente e pretende dar preferência a alimentos anti-inflamatórios. 40% a 50% da dieta é composta por carboidratos (de baixo índice glicêmico), 30% de gorduras e 20% a 30% de proteínas, em um esquema semelhante ao da dieta Mediterrânea
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Infecções
As infecções, como gripes e resfriados, podem causar muito cansaço porque o corpo tenta usar todas as energias para combater os microrganismos envolvidos. Febre e dor muscular também podem surgir como consequência das infecções.
O que fazer: Procurar um clínico geral para a realização de exames de sangue ou outros mais específicos, dependendo dos sintomas envolvidos. Com o diagnóstico, o especialista poderá indicar o tratamento correto, que deve aliviar os sintomas e levar à cura em alguns dias.
Alterações da tireoide
Como os hormônios tireoidianos são responsáveis por manter o metabolismo no seu ritmo normal, quando estão afetados pode haver cansaço como resposta a alteração.
O que fazer: É importante realizar exame de sangue do tipo TSH, T3 e T4 para verificar o funcionamento da glândula tireóide. Pode ser indicado o uso de medicamentos para manter os níveis hormonais sob controle, porque assim o metabolismo volta ao normal e o cansaço desaparece.
Uma das melhores formas de combater o cansaço é dedicar tempo suficiente para descansar e para dormir um sono reparador.
Tirar férias também pode ser uma boa solução para diminuir o estresse e o ritmo de trabalho, mas, se mesmo isso não for o suficiente, deve-se ponderar a possibilidade de marcar uma consulta médica para investigar as causas do cansaço excessivo. (Com informações do portal Tua Saúde)
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