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O general transgênero que lutou com exército de Zapata na Revolução Mexicana

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  • Darío Brooks
  • BBC News Mundo

Crédito, Fototeca Nacional/INAH

Legenda da foto,

Amelio Robles Ávila nasceu em 1889 e morreu em 1984

Com uma simples “loucura de juventude”, Amelia Robles Ávila conseguiu a liberdade.

A menina da zona rural, criada no México conservador do final do século 19, havia acabado de sair da adolescência quando entrou para a Revolução Mexicana.

Na luta armada, ela atingiu o posto de coronel, superando todos os preconceitos de uma época na qual os homens não podiam dar evidências contrárias à sua masculinidade. E, o mais importante, ela formou sua nova identidade nos campos de batalha — a identidade que exibiu ao mundo pelo resto da sua vida.

“Encontramos uma pessoa para quem a Revolução serviu de pretexto, caminho e trânsito para se converter no que queria ser”, declarou à BBC News Mundo (o serviço em espanhol da BBC) a historiadora Noemí Juárez. “Foi um momento em que os papéis, os bons costumes e os espaços se diluíram para que ela pudesse ser o que quisesse.”

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