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O grupo paramilitar inspirado na Ku Klux Klan que atuou contra o comunismo no Brasil

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  • Eduardo Reina
  • De São Paulo para a BBC News Brasil

Crédito, Getty Images

Legenda da foto,

Ku Klux Klan discrimina afro-americanos, judeus e imigrantes; mais recentemente, também há atos de discriminação contra a comunidade LGBTQIA+

A pouco mais de cinco meses da estreia da seleção brasileira de futebol no campeonato mundial no Chile, em 1962, aquele sábado de janeiro, dia 6, revelaria a atuação violenta contra a imprensa de um grupo anticomunista até então desconhecido no Brasil.

A Ordem Secreta dos Primadistas, inspirada nas ações terroristas e no capuz do grupo supremacista branco americano Ku Klux Klan, invadiu a rádio Farroupilha, em Porto Alegre.

O objetivo era um ler um manifesto contra o comunismo nos microfones da emissora, considerados entre os mais potentes do Brasil, e gerar agitação em todo território nacional.

Paralelamente e no mesmo dia, a 1.570 quilômetros de distância da capital gaúcha, no Rio de Janeiro, outro grupo anticomunista metralhava a sede da União Nacional dos Estudantes (UNE). O ataque foi promovido pela Ordem Suprema dos Mantos Negros (OSMN), também conhecida como Maçonaria da Noite.

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