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‘O Menino Azul’: como pintura do século 18 se tornou símbolo do orgulho gay

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  • Matthew Wilson
  • BBC Culture

Crédito, Huntington Library, Art Museum e Botanical Gardens

Legenda da foto,

Poucos quadros na história da arte tornaram-se um símbolo tão poderoso de identidade de gênero não conformista e da atração pelo mesmo sexo quanto ‘O Menino Azul’, de Thomas Gainsborough

Uma fila com número recorde de visitantes formou-se em janeiro de 1922 no lado externo da Galeria Nacional, em Londres, mesmo com tempo chuvoso, para ver um único quadro: O Menino Azul, do artista britânico Thomas Gainsborough.

A obra de arte havia sido comprada no ano anterior por um colecionador norte-americano, e sua partida iminente levou 90 mil pessoas a dar uma última olhada no que a imprensa havia chamado de “a pintura mais bela do mundo”.

Um artigo no jornal London Times defendeu que O Menino Azul exemplificava a “graça gentil e a postura serena de um povo que sabia que era um grande povo e não se envergonhava disso”.

Para a população em geral, o Menino Azul de Gainsborough era o protótipo da alta cultura e do nobre caráter britânico.

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