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O que são aforismos e como sobreviveram em nossa era de cinismo

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Crédito, Getty Images

Legenda da foto,

“Um aforismo é um romance em uma linha” – Leonid Sukhorukov, escritor ucraniano

Você provavelmente já disse e com certeza já ouviu ou leu: aforismos são textos curtos que parecem resumir a verdade, como joias de sabedoria perfeita. São concisos, profundos e didáticos.

Foi Hipócrates, 400 anos antes de Cristo, que usou essa palavra que herdamos do grego e significava “definição”. Chamado por muitos de “o pai da medicina”, ele usava os aforismos para resumir as regras estabelecidas para a prática médica.

Para Hipócrates, por exemplo, “a vida é curta e a arte é longa. A oportunidade é fugaz, a experiência é enganosa e o julgamento é difícil.”

Atualmente, os aforismos são menos práticos. A palavra agora indica um lampejo de sabedoria geral, brevemente resumido com estilo. Alguns exemplos são “o que não me mata me fortalece”, de Friedrich Nietzsche, e “a dúvida é um dos nomes da inteligência”, de Jorge Luis Borges.

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