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Os homens e as mulheres que se arriscam vendendo sexo para sobreviver no Irã

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Crédito, Getty Images

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Establishment do Irã nega oficialmente há muito tempo a existência de profissionais do sexo no país

“Tenho vergonha do que estou fazendo, mas que escolha eu tenho?” diz Neda, uma mulher divorciada que vive em Teerã.

De dia ela trabalha como cabeleireira, mas à noite ela tem um segundo emprego como prostituta, sentindo-se forçada a vender seu corpo por sexo apenas para sobreviver.

“Moro em um país onde as mulheres não são respeitadas, a economia é frágil e o preço de tudo está subindo quase todos os dias”, acrescenta. “Sou mãe solteira. Preciso cuidar do meu filho. A prostituição paga bem, e agora estou planejando comprar uma casinha no centro da cidade. Essa é a triste realidade da minha vida. Estou literalmente vendendo minha alma.”

Em 2012, o Irã anunciou um programa nacional para combater a prostituição. No entanto, de acordo com relatórios não oficiais de organizações não-governamentais (ONG) e pesquisadores, o número de pessoas que trabalham na indústria do sexo só aumentou.

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