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Os problemas dos algoritmos que selecionam candidatos a emprego (e três dicas para driblá-los)

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Crédito, Getty Images

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Programas buscam padrões definidos e muitas vezes deixam de fora concorrentes qualificados para uma vaga

Em alguns casos, não são suas habilidades ou sua experiência que levam você a conseguir um emprego em uma disputa com centenas de outros candidatos.

As empresas precisam lidar com complexos processos e muitas vezes delegam esse trabalho a sistemas de inteligência artificial que analisam currículos. Assim é decidido se você é eliminado ou se continua no processo.

São programas de contratação preditiva que aplicam certos critérios pré-determinados de modo automático, de acordo com as características de uma vaga.

Essas ferramentas, conhecidas como ATS (Applicant Tracking System, ou Sistema de Rastreamento de Candidatos), funcionam sobre uma base de palavras-chave que cada empresa define segundo o perfil buscado, além de usar outros mecanismos de eliminação de candidatos.

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