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Óvnis no Brasil: o que foi a Operação Prato, investigação da ditadura sobre fenômenos ufológicos

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  • André Bernardo
  • Do Rio de Janeiro para a BBC Brasil

Crédito, Acervo Edison Boaventura Junior

Legenda da foto,

Operação Prato investigou ovnis no Pará nos anos 1970

Naquele 5 de dezembro de 1977, o capitão da Aeronáutica Uyrangê de Hollanda Lima estava ansioso. Afinal, ele tinha mais uma reunião com o brigadeiro Protásio Lopes de Oliveira, comandante do 1º Comando Aéreo Regional (Comar 1), de Belém. Pela primeira vez desde que começara a investigar a suposta aparição de discos voadores na região do Pará, o capitão Hollanda teria o que relatar aos seus superiores.

Nas ocasiões anteriores, sempre que alguém lhe perguntava se tinha visto algo estranho, limitava-se a dizer: “Vi luzes. Nada mais”. Daquela vez, porém, o capitão Hollanda e o sargento João Flávio Costa tinham avistado, poucos dias antes, um “troço enorme”, de cerca de 100 metros de comprimento, sobrevoando o rio Guajará-Mirim.

Distante 70 metros da embarcação onde estavam, o tal objeto, no formato de uma bola de futebol americano, “grande e pontuda”, tinha sido fotografado e filmado pelos militares. Não havia mais dúvida: era um objeto voador não identificado (ovni). E, no interior dele, supostamente haveria uma “criatura extraterrestre”.

Na hora da reunião, o brigadeiro Protásio não compartilhou do entusiasmo do capitão Hollanda. Pelo contrário. Depois de ouvir atentamente a história, mandou suspender a operação. Sua decisão, até hoje, intriga ufólogos.

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