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Por que a incerteza confunde tanto nossos cérebros

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Crédito, Getty Images

Imagine que você está esperando a resposta de um novo empregador em potencial sobre uma oferta incrível de trabalho.

Foi difícil interpretar a opinião do entrevistador — simplesmente não há como adivinhar se você foi escolhido.

Com o passar dos dias, você só gostaria de saber o resultado do processo seletivo — mesmo que a notícia não seja boa —, em vez de ter que suportar mais um minuto de espera agonizante?

E quando se trata de um encontro romântico? Você preferia que alguém te dissesse, de cara, que não quer mais te ver de novo, em vez de ficar esperando por uma nova notificação de mensagem no celular? Ou arriscaria sua dignidade pedindo sinais de compromisso em um momento inoportuno?

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