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Por que capturar o chefe do Estado Islâmico era tão importante para os EUA

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  • Gordon Corera
  • Especialista em segurança da BBC News

Crédito, EPA

Legenda da foto,

Local onde teria ocorrido a morte do líder do EI, que teria detonado bomba contra si próprio depois de duas horas de intensas trocas de tiros

A decisão de despachar uma equipe de Forças Especiais para alvejar Abu Ibrahim al-Hashimi al-Qurayshi mostra como ele era uma figura importante para Washington.

O chefe da organização extremista autodenominada Estado Islâmico (EI) foi morto durante uma ação americana na madrugada desta quinta-feira (3/2), no noroeste da Síria, disse em pronunciamento o presidente dos EUA, Joe Biden.

Ele declarou que a morte Qurayshi – que teria detonado uma bomba, matando a si mesmo e a membros de sua família – “removeu uma grande ameaça terrorista do mundo”.

Socorristas sírios disseram ter encontrado 13 corpos no local. A operação americana alvejou uma edificação de dois andares em uma área residencial na cidade de Atmeh, dominada pela oposição síria e um bastião de grupos jihadistas que rivalizam com o EI.

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Fonte Notícia