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Por que comer menos pode ser o segredo para uma vida mais longa e saudável

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Crédito, Getty Images

Em um restaurante em um futuro não tão distante, há um homem e uma mulher em seu primeiro encontro. Depois que os nervos iniciais se acalmaram, tudo vai bem.

O homem conta que tem 33 anos, passou a maior parte da vida solteiro e, embora ele não mencione, está tentando estabelecer-se e formar família. A mulher responde que tem 52 anos, foi casada, divorciou-se e tem filhos com pouco mais de 20 anos. Ele não fazia ideia disso – ela parecia ter a sua idade ou menos.

Este é o sonho de Julie Mattison, do Instituto Nacional do Envelhecimento (NIA, na sigla em inglês), nos Estados Unidos. Ela imagina um tempo em que o envelhecimento cronológico aumenta um ponto todos os anos, mas a idade biológica pode ser definida por um cronômetro diferente, segundo o qual a palavra “idoso” não tem o mesmo significado atual.

Parece algo distante, mas a nossa sociedade já fez grandes avanços rumo a esse objetivo, graças aos progressos da medicina e melhorias da vida saudável. Em 2014, por exemplo, a Pesquisa Nacional de Saúde dos Estados Unidos concluiu que 16% das pessoas com 50 a 64 anos de idade enfrentavam dificuldades diárias, causadas por doenças crônicas. Três décadas antes, esse número era de 23%.

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