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Por que esperada entrada do Brasil na OCDE ainda não vingou

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Crédito, Reuters

Legenda da foto,

O secretário de Estado americano, Antony Blinken, e o secretário-geral da OCDE, Mathias Cormann, discutiram processo de novas candidaturas, entre elas a do Brasil

Formalizado em 2017 e maior aposta do governo Jair Bolsonaro para a política externa, o pedido de adesão do Brasil à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) está parado desde então, apesar das reiteradas expectativas de que a candidatura brasileira fosse aprovada rapidamente.

Nesta semana, em Paris, uma nova oportunidade de avanço nas discussões surgiu no horizonte com a sinalização, feita pelos Estados Unidos, de que o ingresso de novos países é possível. Mas não se sabe ainda em que medida isso poderia favorecer o Brasil.

A queda de braço entre europeus e americanos sobre como deve ser a ampliação da entidade travou as negociações nos últimos anos.

Atualmente, seis países formalizaram pedidos de adesão à OCDE e aguardam há anos uma decisão sobre suas candidaturas: três sul-americanos (Brasil, Argentina e Peru) e três europeus (Croácia, Bulgária e Romênia).

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