porta-bandeira nas Olimpíadas de Tóquio foge do país
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A porta-bandeira do Afeganistão nas Olimpíadas do Rio e Tóquio, Kamia Yousufi, deixou o país depois que o grupo extremista Talibã tomou a capital Cabul no último domingo (15/8).
A informação foi confirmada pelo jornal The New York Times nessa sexta-feira (20/8).
A velocista fugiu para o Irã, país onde nasceu como refugiada em 1996, no mesmo ano em que o grupo extremista passou a dominar o poder no Afeganistão até 2001.
Kamia Yousufi foi uma das atletas que disputou a prova de 100m rasos feminino nas Olimpíadas de Tóquio. Ela também havia competido na mesma prova nos Jogos do Rio de Janeiro em 2016.
Kamia Yousufi, deixou o país depois que o grupo extremista Talibã tomou a capital Cabul no último domingo (15/8)Getty Images
o grupo extremista Talibã conquistou o Afeganistão e assumiu o controle do palácio presidencial do paísA porta-bandeira do Afeganistão nas Olimpíadas do Rio e Tóquio fugiu para o Irã, país onde nasceu como refugiada em 1996, no mesmo ano em que o grupo extremista passou a dominar o poder no Afeganistão até 2001MARCUS YAM / LOS ANGELES TIMES
o grupo extremista Talibã conquistou o Afeganistão e assumiu o controle do palácio presidencial do paísKamia Yousufi foi uma das atletas que disputou a prova de 100m rasos feminino nas Olimpíadas de Tóquio. Ela também havia competido na mesma prova nos Jogos do Rio de Janeiro em 2016Haroon Sabawoon/Anadolu Agency via Getty Images
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Após a tomada da capital afegã no último domingo pelo grupo extremista, a população do país árabe passou a viver cercada pelo medo e pelo caos.
Em vídeos compartilhados nas redes sociais, é possível ver diversas pessoas que se agarraram em asas de aviões americanos que deixavam o país. Nas imagens, é possível ver duas pessoas caindo de uma das aeronaves.
Além disso, ao menos outras três pessoas morreram no tumulto gerado na pista do aeroporto e um ex-jogador de futebol da seleção de base do Afeganistão também caiu ao tentar se agarrar ao trem de pouso de um C-17.
Durante o regime baseado na lei da Sharia, o grupo extremista impôs forte opressão às mulheres, pois eram proibidas de trabalhar ou estudar. Elas só poderiam sair de casa na companhia de um homem e vestindo a burca e não possuíam acesso à televisão ou à música.
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