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Qual a extensão da presença de Estado Islâmico e Al Qaeda no Afeganistão — e qual sua relação com Talebã

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  • José Carlos Cueto
  • BBC News Mundo

Crédito, Getty Images

Os ataques a bomba nos arredores do aeroporto de Cabul na quinta-feira (26/08) alimentaram os temores de muita gente: de que o Afeganistão se torne mais uma vez um terreno fértil para o extremismo.

As potências ocidentais correram para retirar seus cidadãos do país diante da ameaça de um ataque iminente, que acabou sendo executado e matou pelo menos 90 pessoas.

Um braço do grupo extremista autodenominado Estado Islâmico, chamado Estado Islâmico Khorasan, assumiu a autoria do ataque — e os Estados Unidos responderam com ataque de drones que teriam matado ao menos três membros do Estado Islâmico, entre eles o responsável por planejar o atentado.

Desde a chegada do Talebã ao poder, a comunidade internacional tem sob escrutínio tanto o Estado Islâmico quanto a Al Qaeda, dois grupos enfraquecidos, mas que buscam se fortalecer após o colapso do governo afegão e a retirada das tropas ocidentais do país.

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