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Qualificados, mas com trabalho braçal: como congoleses ‘descobrem racismo’ no Brasil

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  • Rafael Barifouse
  • Da BBC News Brasil em São Paulo

Crédito, Arquivo pessoal

Legenda da foto,

Moïse pertencia à etnia Hema e chegou ao Brasil em 2011 fugindo de conflitos em seu país

Centenas de milhares de congoleses já deixaram seu país para fugir da violência dos conflitos locais, mas os que vêm para o Brasil lidam com um problema que geralmente ainda não tinham experimentado: o racismo.

O preconceito faz com que muitos sejam obrigados a viver de bicos e a morar em favelas, mesmo que tenham estudo e estejam em situação legal, dizem especialistas ouvidos pela BBC News Brasil.

Também são alvo de hostilidades e agressões e podem até perder a vida, como foi o caso de Moïse Kabagambe, que foi espancado até a morte no dia 24 de janeiro.

O rapaz tinha 24 anos e havia chegado do Congo em 2011 com três irmãos. Sua mãe veio depois.

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