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Querem nos segregar, diz jovem com deficiência sobre decreto de Bolsonaro

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  • Letícia Mori
  • Da BBC News Brasil em São Paulo

Crédito, Arquivo Pessoal

Legenda da foto,

Manu Aguiar diz que estudar em escola regular foi essencial para sua formação

Quando Manu Aguiar nasceu com paralisia cerebral, em 1993, o médico disse à mãe da menina que ela não iria falar e não ia andar.

Hoje aos 28 anos, Manu não só fala e anda como faz faculdade na Universidade Federal do Paraná. A jovem de Ranchinhos, no litoral paranaense, diz que estudar em escola comum, ao lado de todas as outras crianças (com ou sem deficiência), foi essencial para chegar onde chegou.

Antes de ser matriculada no ensino regular, no entanto, ela estudou em uma escola especial para pessoas com deficiência, na infância.

“Eu tinha 5 anos quando a professora disse para mim mãe que eu tinha ‘possibilidade de progredir’ e a aconselhou a me matricular em uma escola regular”, contra Manu. “Ela disse que se eu ficasse na escola especial, não iria avançar.”

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