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‘Seu filho está morto’: o trauma dos massacres da era Fujimori no Peru

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  • Guillermo D. Olmo – @BBCgolmo
  • Da BBC News Mundo

Crédito, LUKA GONZALES / Getty

Legenda da foto,

Rosa Rojas mostra foto do marido e do filho, mortos no massacre; menino tinha 8 anos de idade

A noite de 3 de novembro de 1991 mudou para sempre a história do Peru.

E também a vida de Rosa Rojas.

Naquela noite, há exatos 30 anos desde a última quarta-feira (3/11), um grupo de homens armados encapuzados entrou em uma casa de Barrios Altos, um bairro popular de Lima, e disparou indiscriminadamente contra moradores, que estavam reunidos para comer uma tradicional ceia com “pollada” e arrecadar dinheiro para consertar o bueiro do local.

Os homens, membros do chamado Grupo Colina, um conjunto de agentes do Serviço de Inteligência do Exército peruano encarregado de execuções extrajudiciais, confundiram a multidão com integrantes do grupo guerrilheiro maoísta Sendero Luminoso.

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