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Ucrânia vive onda de ataques cibernéticos e sofre blecaute em sites

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Sites do governo ucraniano e de instituições privadas, como bancos, estão fora do ar após uma onda de ataques cibernéticos nesta quarta-feira (23/2).

Oficialmente, a Ucrânia não apontou nenhum culpado pelo “apagão digital”. Os ataques ocorrem após o aumento da tensão com a Rússia, que ameaça invadir o país.

O governo ucraniano garante que os ataques estão sendo investigados e que as agências de proteção cibernética estão “revidando”.

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“O Serviço Estatal de Comunicações Especiais e Proteção de Informações da Ucrânia e outros assuntos do sistema nacional de segurança cibernética estão trabalhando para combater os ataques, coletando e analisando informações”, informou a Ucrânia.

Os sites do Parlamento ucraniano (foto em destaque), do Gabinete de Ministros, do Ministério das Relações Exteriores, do Ministério da Defesa, do Ministério de Assuntos Internos e do Serviço de Segurança da Ucrânia foram atingidos.

Na semana passada, o Ministério da Defesa da Ucrânia e dois bancos locais foram alvos de um ataque cibernético. Neste episódio, o governo americano acusou formalmente a Rússia.

Embate entre presidentes

Nesta quarta-feira, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, pediu que o parlamento ucraniano aprove um decreto de estado de emergência válido por 30 dias. O governo passou a permitir que civis portem armas. É mais uma medida diante da tensão geopolítica no Leste Europeu.

Zelensky alertou que os riscos de um conflito entre a Rússia e a Ucrânia ameaçam toda a Europa. O presidente ucraniano requer mais sanções contra os russos e pediu armas aos países do Ocidente.

Após o término da audiência geral no Vaticano, o papa Francisco fez um apelo por paz, ao comentar a crise geopolítica entre a Rússia e a Ucrânia.

“Tenho uma grande tristeza em meu coração, com o agravamento da situação na Ucrânia. Apesar dos esforços diplomáticos das últimas semanas, cenários cada vez mais alarmantes estão se abrindo”, frisou.

O presidente russo, Vladimir Putin, prometeu “respostas” às sanções econômicas impostas pela comunidade internacional.

Em pronunciamento no Kremlin, sede do governo russo, Putin voltou a afirmar que está disposto a negociar uma solução diplomática para a crise geopolítica, desde que sejam respeitados os “interesses e a segurança russos”, que são “inegociáveis”.

Comunidade internacional em alerta

Nesta quarta-feira (23/2), a assembleia geral da Organização das Nações Unidas (ONU) foi tomada por discursos contra o conflito. Representantes da Rússia, Ucrânia, Estados Unidos, além do secretário-geral da entidade, Antonio Guterre, falaram sobre o tema.

Na segunda-feira (21/2), o presidente russo, Vladmir Putin, reconheceu as regiões separatistas como repúblicas independentes. A decisão foi vista como uma ameaça.

Com isso, na terça-feira (22/2), países como Estados Unidos, Alemanha, França e Reino Unido anunciaram sanções econômicas ao governo russo para isolar Putin.

Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e a União Europeia fizeram alertas para o risco de uma invasão russa ao território ucraniano.

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Fonte Notícia