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Veja imagens ao vivo da invasão de tropas russas à Ucrânia

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Com o avanço das tropas militares russas sobre o território ucraniano, internautas passaram a pesquisar em plataforma de busca sites que transmitam, em tempo real, as imagens da invasão ao país.

Durante a quinta-feira (24/2), conforme dados do Google Trends, pesquisas como “live streaming Ukraine”, “câmera on-line Ucrânia” e “live Ucrânia” figuraram entre as buscas em alta.

Diante da demanda por imagens em tempo real do país alvo dos ataques, sites passaram a compilar as imagens ao vivo, incluindo as registradas por câmeras de segurança de Kiev, na capital da Ucrânia.

Um dos portais que está hospedando as gravações é o World Wide Internet TV (WWITV), confira clicando aqui.  Também é possível acompanhar serviços de monitoramento pelo site EarthCam (clique aqui).

Veja imagens dos ataques da Rússia na Ucrânia: 

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Ataques

A manifestação é uma reação dos russos à invasão orquestrada pelo país em regiões da Ucrânia durante a madrugada desta quinta-feira (24/2), horário de Brasília. Logo em seguida aos ataques, as sirenes da capital Kiev começaram a tocar. O som alertou a população sobre um possível ataque aéreo. O aeroporto da cidade foi esvaziado e teve os voos suspensos.

Na Ucrânia, há registros de ataques vindos da Bielorrússia e Crimeia, região anexada pela Rússia. Militares ucranianos afirmam ter abatido cinco aviões russos, além de um helicóptero, na região de Luhansk, um dos dois territórios separatistas da Ucrânia.

Putin alertou para que nenhum outro país interfira na ofensiva russa na região separatista da Ucrânia. “Quem tentar interferir ou criar ameaças para o nosso país e nosso povo deve saber que a resposta da Rússia será imediata e levará a consequências como nunca antes experimentado na história.” Na manhã desta quinta, uma segunda onda de mísseis teria atingido a Ucrânia. O governo ucraniano fala em oito mortos e diz que está respondendo aos ataques.

Arte mostra a fronteira da Rússia e a Ucrânia pontuando as áreas dos dois países, as províncias separatistas e áreas bombardeadas - Metrópoles

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Fonte Notícia