Vinte minutos de exercício já trazem benefícios para idoso, diz estudo
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De acordo com uma pesquisa publicada na revista científica British Medical Journal (BMJ), apenas 20 minutos de exercícios por dia são suficientes para diminuir pela metade o risco de problemas cardíacos em idosos com mais de 70 anos.
Participaram da pesquisa 2.754 homens e mulheres com mais de 65 anos, que foram acompanhados por duas décadas. Os cientistas descobriram que os idosos do sexo masculino que faziam jardinagem, caminhavam ou faziam exercícios físicos apresentaram 52% menos chance de desenvolver doenças cardiovasculares no período, quando comparados aos que não faziam qualquer atividade.
As mulheres também tiveram ganhos, mas com porcentagem menor, de 8%. Segundo os autores do artigo, a descoberta reforça que começar a se exercitar “antes tarde do que nunca” é benéfico para a saúde. A atividade fortalece o coração e diminui a pressão sanguínea.
O Parkinson, o Alzheimer e a demência são doenças neurodegenerativas que afetam principalmente a população idosa. As condições são progressivas e, com o passar do tempo, o paciente torna-se mais dependente do cuidado de terceirosGetty Images
***Idosos e computadorÉ comum que, no estágio inicial, os sintomas sejam confundidos com o processo natural do envelhecimento. No entanto, familiares e pessoas próximas devem ficar atentas aos sinais Getty Images
***medicosTambém é importante buscar ajuda de médicos, pois quanto mais precoce for o diagnóstico, maiores serão as chances de controlar o caso e retardar o avanço das doenças, bem como aumentar a qualidade de vida dos pacientesDivulgação
***elderly-g73b917f75_640O Parkinson provoca a morte de neurônios que produzem dopamina e desempenham papel importante no sistema locomotor. Os homens são os mais acometidosPixabay
***man-g7d8f2f940_640Os familiares do paciente devem ficar atentos aos primeiros sinais de lentidão, rigidez muscular e tremores frequentes, que são mais característicos desta condiçãoPixabay
***woman-gd073167b3_640O Alzheimer, por sua vez, afeta mais a população feminina. Ele provoca a degeneração e a morte de neurônios, o que resulta na alteração progressiva das funções cerebraisPixabay
***question-gd12ddc75a_640As consequências mais recorrentes são o comprometimento da memória, do comportamento, do pensamento e da capacidade de aprendizagemPixabay
***patient-ge7e79da2d_640A demência é progressiva e os sintomas iniciais bastante conhecidos: perda de memória e confusão são os mais comuns. A condição atinge até 25% das pessoas com mais de 85 anos no BrasilPixabay
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***eye-g91c3cc572_640Problemas de visão: um estudo feito no Reino Unido pela UK Biobank mostra que pessoas com degeneração macular relacionada à idade têm 25% mais chance de ter demênciaPixabay
***idosos-agencia-brasilPerda auditiva: pode estar ligada a mudanças celulares no cérebro. Mas a perda de visão e audição pode levar o idoso ao isolamento social, que é conhecido há anos como um fator de risco para Alzheimer e outras formas de demênciaAgência Brasil
***elderly-couple-g5e4cbfe5e_640Mudanças de humor: pessoas com quadros iniciais de demência param de achar piadas engraçadas ou não entendem situações que costumavam achar divertidas e podem ter dificuldade de entender sarcasmo Pixabay
***281948-veja-x-cuidados-importantes-com-a-saude-bucal-dos-idosos-768×512Problemas na gengiva: pesquisas apontam que a saúde bucal está relacionada a problemas mentais e pode estar ligada também à diabetes tipo 2, pressão alta, colesterol alto, obesidade e alcoolismo — todos também são fatores de risco para a demênciaReprodução
***man-g2ef0736cd_640Isolamento social: o sintoma pode aumentar o risco de doenças neurodegenerativas. A falta de paciência com amigos e familiares e a preferência por ficar sozinho podem ser sinais de problemas químicos no cérebro ou falta de vitaminasPixabay
***ball-g8627c1d0f_640Outros sinais que podem indicar doenças neurodegenerativas, são: desinteresse pelas atividades habituais, dificuldade em executar tarefas do dia-a-dia, repetir conversas ou tarefas, Desorientação em locais conhecidos e dificuldade de memorizaçãoPixabay
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Para o trabalho, os pesquisadores das Universidades de Pádua e de Ferrara, ambas na Itália, monitoraram os níveis de atividade dos participantes e os casos de doença cardíaca e infarto. O tempo de 20 a 40 minutos de exercícios por dia foi considerado suficiente para reduzir o risco de desenvolver problemas no coração.
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