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Paralimpíada: ‘Precisamos naturalizar a deficiência e não só de 4 em 4 anos’

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  • Laís Alegretti – @laisalegretti
  • Da BBC News Brasil em Londres

Crédito, Caroline Martins/Arquivo pessoal Mariana Torquato

Legenda da foto,

‘Paralimpíada é incrível. A gente só tem que tomar cuidado com essa representatividade que só acontece de 4 em 4 anos’, diz Mariana Torquato

O combate à discriminação contra pessoas com deficiência ganha força durante Jogos Paralimpícos, mas é necessário que a discussão sobre a inclusão delas — desde a infância — não termine junto com o evento, alertam influenciadoras ouvidas pela BBC News Brasil.

Os depoimentos delas sobre a forma como as pessoas com deficiência são encaradas pela sociedade têm em comum o diagnóstico de que é um tratamento “oito ou oitenta”, nas palavras da criadora de conteúdo e mestre em políticas públicas Mariana Torquato, ou uma questão de “subestima ou superestima”, nos termos da estudante de jornalismo e influenciadora Ana Clara Moniz.

“Somos coitadinhos ou heróis”, diz Torquato, que tem 29 anos e nasceu sem o antebraço esquerdo. “O que a sociedade não consegue entender é que somos gente como qualquer outra pessoa.”

Moniz, de 21 anos, usa o próprio exemplo — ela é cadeirante e tem uma doença neuromuscular chamada atrofia muscular espinhal (AME) — em sua argumentação:

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