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A misteriosa nuvem de gelo que envolve o Sistema Solar

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Crédito, Jeff Overs/BBC

Legenda da foto,

O cometa C/2020 F3 (Neowise) não deverá retornar à região do Sistema Solar onde está a Terra nos próximos 6,8 mil anos

Por algumas semanas no verão de 2020, se você estivesse olhando para o céu em uma noite clara, teria sido possível avistar um visitante raro na nossa região do Sistema Solar.

Através de binóculos, ele tinha a forma de um cometa clássico — um núcleo brilhante e uma longa cauda formada pelo gelo liberado em forma de gás pelo calor do Sol. Pôde até ser visto a olho nu no hemisfério norte durante o início de julho. Mas depois ele desapareceu.

Ninguém que viu aquele cometa — chamado C/2002 F3 (Neowise) — voltará a vê-lo novamente. Nem seus filhos. Tampouco várias gerações depois dos filhos de seus filhos. Este cometa, em particular, não será visto novamente por mais de 6,8 mil anos.

Sua breve passagem, no entanto, foi notável por algo que vai além de quanto tempo levaria para retornar (muitos cometas de ciclo curto visitam nossos céus várias vezes durante a vida de uma pessoa). Acredita-se que o C/2002 F3 (Neowise) tenha vindo de uma das partes menos exploradas e mais misteriosas de nosso sistema — a vasta e congelada Nuvem de Oort.

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