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‘Aos 12 anos, barriga crescia e não entendia por quê’: meninas denunciam estupros no Equador

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  • Matias Zibell
  • Da BBC News Mundo em Quito (Equador)

Legenda da foto,

Decisão da Suprema Corte equatoriana, de abril de 2021, abre as portas para a interrupção da gravidez de todas as mulheres vítimas de estupro Ilustração de Cecilia Tombesi

A decisão da Suprema Corte do Equador, de abril deste ano, de permitir a interrupção da gravidez a todas as mulheres vítimas de estupro chamou atenção para o sofrimento vivido por meninas e adolescentes que sofrem abusos sexuais, muitas vezes nas mãos de seus próprios familiares.

“Ninguém vê, ninguém ouve e as montanhas nunca falam.” Assim uma dessas vítimas encerra a entrevista, olhando para a cordilheira dos Andes em silêncio.

A conversa havia começado 40 minutos antes, com o acordo sobre qual seria seu nome fictício. “Sarita”, diz ela. Sara ou Sarita? “Sarita”.

Embora o uso do diminutivo seja comum na serra do Equador, parece estranho usá-lo para falar de uma mulher que cria quatro filhos sozinha.

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