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Afeganistão: 5 lições aprendidas com a ‘guerra ao terror’ desde o 11 de Setembro

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Crédito, Getty Images

Legenda da foto,

Os abusos cometidos pelos EUA na prisão de Guantánamo arranharam a imagem do Ocidente

O 11 de setembro de 2001 deixou os Estados Unidos de joelhos com o pior ataque terrorista na história do país.

Logo depois, parte do mundo via um nítido contraste: havia os mocinhos e os vilões. “Cada nação, cada região”, declarou o então presidente George W. Bush, nove dias após os ataques, “agora tem uma decisão a tomar. Ou você está conosco ou está com os terroristas.”

A chamada “guerra ao terror” foi declarada. Desde então, ela levou à invasão do Afeganistão, depois do Iraque, à ascensão do Estado Islâmico e à proliferação de milícias apoiadas pelo Irã em todo o Oriente Médio, e à morte de milhares de soldados e civis.

O terrorismo não foi eliminado — vários países europeus sofreram ataques nos últimos anos —, mas também houve sucessos. Até o momento, nunca ocorreu um ataque que se aproximasse da escala de 11 de Setembro.

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